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O que esperar de cada dia da trilha inca?

 O que esperar de cada dia da trilha inca?                                              Um relato dos 4 dias na trilha inca:

Grupo na entrada da trilha, ruínas impressionantes logo de cara e a 1a. noite dormindo em uma barraca!

1o. dia – Data marcada, mochila pronta e o despertador toca às 05h15 da manhã, em Cusco. Não demora e a van da Kintu Expeditions passa para me pegar na pousada. Rapidamente os outros participantes do grupo – Glauber, Fabiana, Matt, Emma e Kazu – aparecem e partimos rumo à Ollantaytambo, para fazer comprinhas de última hora. Foi aqui que sabiamente adquiri meu cajado e as folhas de coca.

Seguimos então para o quilômetro 82 da ferrovia, onde fica o 1o posto de controle para apresentarmos os documentos e carimbarmos um ticket de entrada no caminho inca.  O início da trilha é suave, em chão de terra batida quase sempre plano ou com pequenas inclinações. Passamos pelas ruínas de Llactapata, almoçamos e seguimos já em uma subida mais puxada até o acampamento da 1a. noite, que fica a 3 mil metros de altitude, em Wayllabamba. Ao total são 12 km de dificuldade média. Durmo pela 1a. vez em uma barraca cercada por galinhas, um pavão e um porco. Bom, tô aqui pra ter história pra contar, né? Então tá tudo certo!!

Nosso guia aponta o trajeto desafiador do 2o. dia; bromélias emolduram a paisagem; dever cumprido no topo da montanha Warmiwañusca, a 4200m de altitude.

2o. dia – Acordo cedo com o guia dando pequenos soquinhos na barraca. Mal abro os olhos e um braço adentra a barraca com uma caneca de chá de coca fervendo. Dormir no chão duro e inclinado não é exatamente um sonho, mas estava ansiosa para o dia mais desafiador da trilha. Seriam 11 km de trekking, quase todos morro acima. Café da manhã reforçado por algumas tostadas con mantequilla. Ponho todos os agasalhos, gorros, luvas e cachecóis. Frio fora e dentro da barriga.

Nesse dia aparecem de fato as escadas incas, com seus degraus  largos e altos. O calor não tarda a aparecer, me hidrato e masco bolas de folha de coca para agüentar o tranco. Em poucos minutos vou do gorro e casaco mais quentinho para a blusa mais fininha e um rabo de cavalo alto.

Passamos por Llulluchapampa até alcançarmos Warmiwañusca, o ponto mais alto da trilha a 4200 metros acima do nível do mar. Para mim, uma verdadeira vitória! Fico estranhamente exausta e animada. Devem ser as folhas de coca.

Tagarelando sobre o grande feito de termos passado pelo ponto mais tenso da aventura, almoçamos super bem e iniciamos uma descida rumo ao acampamento em Pacaymayo. Esse lugar, em especial, é bem bacana, pois a maioria dos grupos fica perto um do outro e dá para conhecer melhor os demais viajantes. É também a noite mais fria. A 3500 metros de altitude, me enrolo no meu cobertor de emergência, visto todas as minhas roupas, confio na eficiência do meu sleeping bag. Torço para amanhecer logo.

Solzinho animador pela manhã; descida rumo à floresta tropical e aos mosquitos famintos; observatório astronômico inca.

3o. dia – Amanhece. Apesar de ser o percurso mais longo, com cerca de 16 km, sei que nada poderá ser mais desafiador do que o dia anterior. Ainda assim, a trilha começa para cima. Penso que estou arrasando, que vou fazer um trekking por semana quando voltar ao Brasil. Obviamente não foi bem assim. Mas naquele momento esse pensamento me entusiasmou.

O caminho vai ficando especialmente bonito, seja pela vegetação ou pelas ruínas de Runcuracay e Sayacmarca que vemos antes do almoço. Depois, são só descidas rumo a uma floresta tropical de altitude cada vez mais baixa. Haja joelho! Aqui aparecem os mosquitos impiedosos e duros na queda. Só com dose extra de repelente!

Chegamos então ao complexo arqueológico de Puyupatamarca. Paramos para descanso e fotos e continuamos a descer até o acampamento de Wiñaywayna, que fica a 2600 m de altitude. Por lá há uma certa infra-estrutura, com um esboço de banho e até de balada. Black Eyed Peas na trilha inca? Acho que não.

Fico em uma barraca coletiva papeando com meus companheiros de trilha. Nesse dia é legal dar uma gorjeta à equipe de carregadores. Como falo um espanhol razoável, achei válido arriscar algumas palavras e fazer um agradecimento, em nome do grupo, ao trabalho de todos.

Machu Picchu vista lá de cima e depois em close. Mais tarde, Cusqueña gelada e o merecido brinde do grupo!

4o. dia – É o dia em que se acorda mais cedo  e que menos se anda (cerca de 4km). Ainda é noite. Encontro todos os outros viajantes em uma espécie de hall do bar do camping.  A expectativa começa a crescer e vai dando uma espécie de euforia.

Quando o guia autoriza, os grupos se dirigem ao último posto de controle, que abre por volta das 06h00. As pessoas apertam o passo, em fila, na ansiedade para chegar ao Portal do Sol, entrada dos incas para a cidade de Machu Picchu.

E aí, quando você menos espera, lá está.  Desacelero. Os trilheiros vão se “empuleirando” ao redor do portal. É emocionante quando as nuvens, aos poucos, vão dando lugar à paisagem de Machu Picchu. Você se sente um pouco descobridor deste local sagrado que está lá só para você.  Chegamos, enfim!

Hernán, o guia,  faz um passeio conosco pelo complexo arqueológico. Em seguida, temos tempo livre para explorar o local como quisermos. Me impressiono com a energia do lugar, especialmente com a quantidade de flores e passarinhos. São aves azuis bem pequenas que me remetem a um ambiente mágico e realmente especial.

Na hora do almoço, desci a pé até Águas Calientes com Glauber e Fabiana. Chegando na cidade, nos juntamos ao restante do grupo para comermos nossa última refeição juntos. Truta com arroz e fritas. E uma Cusqueña, por favor! Brindamos suados e felizes com uma cerveja trincando de tão gelada.

Na despedida, lágrimas no cantos dos olhos são inevitáveis. É incrível como você se apega àquelas pessoas. Quando todos se vão, dá um vazio enorme, acompanhado pela sensação de  alegria por tudo ter dado incrivelmente certo.

Sigo novamente sozinha em direção ao meu hotel, onde havia reservado um  quarto simples, mas com cama de casal e banheiro só para mim. Tomo um dos melhores banhos quentes da vida, valorizo um shampoo como nunca antes. Dou uma voltinha pela cidade e durmo que nem pedra. Acordo às 05h00 da manhã, com o fuso horário adiantado pelos dias na trilha. Assisto um pouco de TV peruana. É uma novela engraçada. Tomo café e parto em direção à estação de trem. É hora de voltar para Cusco e encarar mais 5 semanas de viagem sozinha. Embarco feliz.

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Qual a melhor época para fazer a trilha inca ?

Qual a melhor época para fazer a trilha inca ?                                     Com exceção de fevereiro, quando a trilha fecha para manutenção, é possível fazê-la todos os meses do ano, encarando os prós e contras das variações climáticas de cada estação.

Tempo aberto e roupas leves na trilha inca em setembro.

De meados de outubro a janeiro, espere por uma combinação de temperaturas mais altas, dias de sol e chuva. A água por lá costuma ser impiedosa, especialmente no primeiro mês do ano. O rio Urubamba, que é  visto de cima da trilha, pode transbordar e danificar pontes e estradas nas proximidades de Águas Calientes.

Em geral, a recomendação é para que se faça a trilha no inverno, entre maio e agosto, pois é a estação mais seca. Por outro lado, a temperatura cai bastante em junho e julho, sobretudo à noite. Além disso, os meses de julho e agosto equivalem às férias dos gringos que vêm em peso do hemisfério norte. Portanto, prepare-se para os preços elevados e as disputas por vagas nos hotéis e trens.

Por todos esses motivos, me pareceu uma boa fazer a trilha em setembro, que antecede o período de chuvas e precede o frio e a alta estação. Peguei dias muito bonitos, sempre ensolarados, onde fiquei de camiseta na maior parte do tempo. Claro que houve alguns momentos de frio intenso, mas  nada insuportável. À noite, a menor temperatura que enfrentei no acampamento foi de 7 graus e de, dia, ainda pude avistar um pouco de neve na paisagem das montanhas. Lindo mesmo. Recomendo 🙂

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Quanto custa a trilha inca?

Quanto custa a trilha inca?                                                                           O pacote da trilha inca clássica, de 4 dias, varia bastante de acordo com a agência. 

Pé na trilha: Compare preços e pacotes antes de fechar o passeio.

Geralmente, o valor inclui: transporte de van até o quilometro 82 da ferrovia Cusco-Quillabamba (onde se inicia o percurso); equipe de apoio com guia, carregadores e infra-estrutura de camping;  refeições para todos os dias na trilha; entrada e visita guiada ao sitio arqueológico de Machu Picchu e trem de retorno a Cusco ou Ollantaytambo.

Por esse serviço  paguei na El Dorado USD 307 dólares no 1o. semestre de 2010.  Hoje, o valor atualizado está em USD330,00, sendo que estudantes com carteirinha internacional da ISIC pagam USD 305,00.

Esta cotação é, sem dúvida, uma das melhores do mercado e o meu relato pessoal com a El Dorado é dos mais positivos. Nas demais agências, o valor médio é de USD500,00, podendo até ultrapassar os USD800,00. Mas além da minha opinião, acho recomendável que se busque o maior número possível de indicações para avaliar com segurança os prós e contras de cada empresa.

De qualquer modo, desconfie de quem cobrar muito menos do que eu paguei, pois isso pode ser sinônimo de má remuneração à equipe o que, além de injusto, reflete na qualidade do serviço.

Para quem quiser contratar um carregador particular para levar a mochila e todos os seus pertences (o que eu não fiz), acrescente cerca de USD90,00.

Nos custos, inclua ainda uma gorjeta de pelo menos 30 soles por pessoa a ser dada em retribuição ao árduo trabalho da equipe durante esses 4 dias. Quem conferir de perto, sentirá que, além de ser uma gentileza, é o mínimo a ser oferecido, apesar de não ser obrigatório.

Também é útil levar pelo menos 30 soles a mais para comprar água e outros produtos de última hora que são vendidos por locais em alguns poucos pontos do caminho.

SALKANTAY

>>> Para quem fizer a trilha alternativa de Salkantay, com duração de 5 dias,  custa a partir de USD285,00, também na El Dorado. Nesse caso, é possível pagar à parte para um cavalo carregar seus pertences. Desembolsando um pouco a mais, você poderá optar por uma categoria superior de hotel na última noite, em Águas Calientes.

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Trilha inca clássica e Salkantay. Preciso reservar ou posso comprar em Cusco?

Trilha inca clássica e Salkantay. É preciso reservar ou posso comprar em Cusco?                                                                                                    Essa questão é primordial, uma vez que a trilha inca clássica que eu fiz, de 4 dias, é muito concorrida e deve ser reservada, via agência de turismo credenciada, com antecedência mínima de 3 meses. Cheque datas disponíveis, clicando no menu “consultas”, aqui.

Trilha inca clássica e Salkantay. Diferenças no percurso e no tempo de reserva para fazer o trajeto. (Foto Salkantay: http://www.trilhainca.com.br)

Contudo, existem trilhas alternativas. Dentre estas, Salkantay é a mais conhecida. Cada dia mais famosa, é recomendável reservá-la pelo menos com 1 mês de antecedência. Pode ser que você consiga se encaixar em um grupo diretamente em Cusco, mas talvez não nas melhores agências e nem na data desejada.

A trilha dura tradicionalmente 5 dias. Nesse percurso, é possível optar por dormir em acampamentos ou pousadas, os chamados lodges, de acordo com o pacote oferecido por cada agência.  A última noite costuma ser em um hotel em Águas Calientes.

As mochilas podem ser carregadas por mulas ou cavalos, o que não ocorre na trilha clássica, onde apenas humanos conseguem transpor as escadas incas.

Conversei com trilheiros que fizeram Salkantay e a maioria deu ótimas referências no quesito variedade e beleza das paisagens, que vão de montanhas nevadas à florestas tropicais. Por outro lado, é necessário excelente preparo físico para completar uma jornada longa, com altitudes que chegam a superar os 4.600 metros. Em junho e julho, as temperaturas caem drasticamente, exigindo equipamentos adequados.

>>> Há ainda uma trilha inca mais curta, de 2 dias, que não precisa de reserva antecipada. É ideal para quem quer experienciar parte da trilha original, incluindo as ruínas de Wiñay Wayna e Intipunku, o portal do sol. Boa opção também para quem tem pouco tempo ou não está muito em forma, pois além do trajeto ser mais curto, as altitudes enfrentadas são bem mais baixas.

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Viagem à Machu Picchu: Por que eu fiz a trilha inca.

Viagem à Machu Picchu: Por que eu fiz a trilha inca.                            Eu já havia ouvido falar muito da trilha inca e achava simplesmente que não era para mim. Aos 25 anos, nunca tinha acampado propriamente, tinha certa aflição de passar 4 dias sem tomar banho e duvidada da minha capacidade de andar não sei quantos quilômetros sob sol, chuva ou frio intensos. 

Trilha inca – E não é que era pra mim?

Por outro lado, não estava muito feliz dormindo no meu quarto em São Paulo, com um edredom ótimo e usando carro para me locomover sem cansar os pés.  É… quando nossa zona de conforto fica grande também é sinal de que nosso mundo está ficando pequeno.

Nessas horas, com o perdão dos possíveis clichês, não há remédio melhor do que se propor a viver. São aqueles momentos em que a gente só leva o essencial na mala e na cabeça e se dá um passe livre para experimentar o mundo que existe além da nossa rotina. E foi assim que me apaixonei pela idéia de viajar sozinha por 9 semanas pela América do Sul, coroando esse momento com a trilha inca clássica.

Catedral de Cusco

Após meses de pesquisa e preparação, lá estava eu pedindo saúde e proteção na belíssima Catedral de Cusco, que fica na Praça de Armas da cidade. Não sou católica, mas rezei com fé e a minha maneira.

Já na manhã seguinte, às 06h15, fui a primeira a entrar na van da Kintu Expeditions. Quando os outros integrantes do grupo foram chegando, não demorei a perceber que, para minha sorte, boa parte da experiência seria composta pelo relacionamento com aquelas pessoas.

Emma, Matt, Fabiana, Glauber, eu e Kazu. Companhia querida na trilha inca.

E assim foi. Com Glauber e Fabiana, de Brasília, aprendi a admirar a cumplicidade de um casal. Percebi que fazer a trilha era mais um dos vários  objetivos em comum que os uniam felizes há 15 anos. Além disso, assim como eu, eles tinham o ritmo “devagar e sempre”, o que nos permitiu compartilhar conversas longas das mais distintas, de orquídeas à planos para viagens futuras.

Com Matt e Emma, um casal jovem de australianos, tive uma lição de simpatia, parceria e, sobretudo, confiança. Ela havia pedido demissão para repensar a vida. Ele havia reprogramado as finanças para viabilizar o sonho da noiva, que viajaria sozinha por 5 meses pela América do Sul. Há 2 meses, recebi com alegria o convite de casamento deles!

E ainda havia Kazu, japonês, de Osaka, que surpreendeu a todos com seu pique e disposição para interagir apesar das barreiras lingüísticas e culturais. Ele havia chegado em Cusco após um vôo longo e cansativo, com a mala extraviada, sem dormir e com o fuso totalmente trocado. Ainda assim, no mesmo dia, emendou corajosamente o percurso. Sem falar na disciplina e prontidão extremas!

Quanto a equipe, Hernán, nosso guia, respondia com ânimo às milhares de perguntas que fazíamos. Também não há como esquecer da gentileza dos carregadores que, além de fazerem um trabalho muito duro, nos acordavam todas as manhãs com uma caneca de chá de coca fumegante para aplacar o frio. E ainda havia o cozinheiro que preparava uma comida energética e saborosa, apesar das circunstâncias adversas.

Carregadores na trilha rumo ao pico da montanha Warmiwañusca. Superação aos 4.200 metros de altitude.

Há ainda muitas outras pessoas, com as quais cruzei por alguns instantes, mas que através de um sorriso ou de uma palavra de incentivo me transformaram positivamente. Guardo na lembrança o momento em que, no segundo dia, enfrentei quase 9km de subida ininterrupta para atingir o pico da montanha Warmiwañusca, a 4.200 metros de altitude. Depois de horas de caminhada, avistei algumas dezenas de pessoas que estavam lá em cima, no ponto mais alto, esperando para aplaudir e parabenizar aqueles que, ofegantes e quase sem ânimo, completavam o trajeto.

São momentos pequenos compartilhados com muitas pessoas que nunca mais verei, mas por isso mesmo tão especiais. Por essas razões, e por muito mais, incentivo todos a participarem dessa experiência.

Vasculhe essa série de posts que eu preparei para o La Chica de Mochila. Se inspire, vá e depois me conte suas impressões!

>>> Como ir: Para chegar a Machu Picchu, você precisa pegar um vôo com destino a Lima. São 5 horas partindo de São Paulo e algumas das companias que te levam são LAN, TAM e TACA. A partir de Lima, você fará uma escala ou conexão e seguirá por mais 1h15 rumo a Cusco. De ônibus, o trajeto Lima-Cusco pode ser feito pela Cruz Del Sur, mas leva 21 horas! De Cusco, os viajantes seguem para Machu Picchu de trem ou por meio de alguma das trilhas.

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